Vitória e os Augustos

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Arquivo Vitória e os Augustos

A história começou em 2015, sem nenhuma pretensão. “Vitória e os Augustos” foi o nome dado ao grupo do WhatsApp onde Vitória Carolina Krueger, Augusto Mazzuco e Osvaldo Augusto Wiebbeling combinavam os poucos ensaios do trio. No final daquele ano, a estudante de Engenharia Civil foi convidada para participar de um festival universitário. Os encontros viraram compromisso da banda, que ganhou mais um integrante. “As meninas da organização do festival sabiam que eu cantava e me convidaram para participar, mas eu não tinha uma banda. Contei para os meninos, começamos a ensaiar umas músicas e chamamos o Felipe, porque precisávamos de um baixista”, conta a vocalista.

No festival, tocaram nove músicas. O público gostou e pediu mais. Por sorte, ainda tinham uma carta na manga. “A gente ensaiou só dez músicas. Nem sei o que faríamos se pedissem para tocar mais”, afirma Mazzuco, o Augusto guitarrista, rindo. O quarteto, que até então não se considerava uma banda de verdade, passou a ensaiar com frequência. As referências musicais, que vão de John Mayer a Megadeth, passando por Lynyrd Skynyrd, Whitesnake e Metallica, resultaram em um repertório inesperado: Maroon 5, Lenny Kravitz, Amy Winehouse e até Katy Perry.

A ideia de acrescentar uma dose de rock a versões originalmente pop chamou a atenção de uma amiga, que apresentou a banda ao dono de uma casa noturna da cidade. Com o primeiro show marcado, o ritmo dos ensaios ganhou intensidade. Uns dias depois, conseguiram algo inusitado: lotação máxima na primeira apresentação no local. De lá para cá, Vitória e os Augustos fizeram shows em bares e baladas de dezenas de cidades paranaenses. De acordo com Osvaldo Augusto, o “Gordo”, as passagens por locais com faixas etárias e estilos variados fizeram com que conhecessem melhor o público. “A gente vai sentindo o que a galera de cada cidade gosta mais, então conseguimos adaptar o repertório para tentar agradar o maior número de pessoas”, afirma o baterista.

Em março de 2017, Felipe Otani assumiu o baixo e trouxe referências no mínimo curiosas para a banda. “Meu pai é professor de violão, mas acabei aprendendo sozinho. Eu tocava o que ouvia e sabia que estava certo, mesmo não sabendo dizer exatamente o que estava fazendo. Já tive até uma dupla sertaneja, que é o estilo da minha família”, diz Felipe.

Além dos shows, a banda também trabalha com músicas autorais, que devem ser lançadas em breve na fanpage e no canal do Youtube. Para acompanhar a rotina da Vitória e os Augustos é só clicar em https://www.facebook.com/vitoriaeosaugustos/, curtir a página e ficar ligado nas novidades!

 

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